APM: estamos atentos à Reforma Tributária. Redução de impostos aos médicos é justiça social



O Governo Federal anunciou dias atrás a primeira parte de proposta de reforma tributária. A alíquota de 12% proposta pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, a novo imposto federal que englobaria o PIS/Cofins, segundo especialistas pode fazer com que a tributação final sobre o consumo no Brasil aumentar. O novo imposto seria chamado de Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS).

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defende a ampliação da base de arrecadação. Há princípio o setor de serviços está pagando a conta. Desde o ano passado, a Associação Paulista de Medicina acompanha atentamente todas as sugestões que pretendem mudar o sistema brasileiro de tributação, tendo como prioridade sensibilizar parlamentares a reduzir a carga tributária dos médicos.

Neste 2020, a APM fez diversas reuniões em Brasília. Guilherme Afif Domingos, assessor especial do ministro da Economia, foi uma das autoridades a ouvir os pleitos dos médicos paulistas, em favor de todos os colegas do Brasil. Ele recebeu, em seu gabinete, os diretores de Defesa Profissional – COLOCAR NOMES -- e o presidente da Associação, José Luiz Gomes do Amaral, para incorporar ao projeto governista as demandas dos médicos.

O entendimento de Marun Cury é de que é importante que exista uma reforma tributária justa, sem complicações e que não seja danosa ao segmento da Saúde e Serviços em geral. O diretor da APM também ressalta a necessidade de os médicos se organizarem para agir democraticamente na busca de informações sobre os impactos das reformas em suas rotinas.

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