AMB, Idec, APM, Procon, MP/Promotoria da Saúde e OAB se unem contra retrocesso na cobertura de plano

Coletiva à imprensa, 21 de outubro, 11h.

Manifesto aos brasileiros, lançamento, vinte anos depois, de fase 2 da campanha de mídia “Tem plano de saúde que enfia a faca em você e tira o sangue dos médicos”, além de centenas de cartazes e faixas na região do Congresso Nacional, em Brasília, deflagram pacto intersetorial por nenhum direito a menos a quem usa a saúde suplementar

Na quinta-feira, 21 de outubro, às 11h, uma coletiva digital colocará à mesa algumas das mais respeitadas instituições da Medicina, Saúde, do Direito e Defesa do Consumidor. A Associação Médica Brasileira (AMB), o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Associação Paulista de Medicina (APM), Fundação Procon, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público/Promotoria da Saúde irão se posicionar oficial e institucionalmente à imprensa e à sociedade contra a possibilidade real de retrocesso na cobertura de planos de saúde aos cerca de 50 milhões de pacientes-usuários-consumidores da rede suplementar.


As entidades divulgarão um manifesto elencando, ponto a ponto, os riscos de redução dos direitos dos pacientes caso o Superior Tribunal de Justiça (STJ) altere o entendimento histórico sobre a natureza exemplificativa do rol de procedimentos de cobertura obrigatória da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Esse manifesto é subscrito por dezenas de instituições da saúde, da medicina e dos consumidores.


Nesse momento, uma ação sobre a questão está em trâmite/julgamento na 2ª. Seção de Direito Privado do STJ.


Lançamento de campanha

Além do posicionamento em defesa dos pacientes, por parte das instituições, a coletiva dará início a uma campanha publicitária para conscientizar a população sobre problemas recorrentes dos planos de saúde.

De fato, será o relançamento, vinte anos depois, de uma mídia que teve grande repercussão no início do século com o slogan “Tem plano de saúde que enfia a faca em você e tira o sangue dos médicos”. Passadas duas décadas, as peças recebem nova roupagem com o acréscimo dos motes “Ô, ô, ô, ô, nada mudou” e “Nenhum direito a menos no rol de cobertura aos pacientes/usuários”.


Ato público em Brasília

Juntamente com a coletiva, em Brasília, haverá um protesto simbólico com a fixação de centenas de cartazes e faixas no gramado da região do Congresso Nacional. Além de deflagrar oficialmente o pacto intersetorial por nenhum direito a menos a quem usa a saúde suplementar, a ideia é fazer ecoar o posicionamento pró-saúde da população aos gestores e poderes constituídos da República.



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Coletiva a distância à imprensa

Quinta-feira, 21 de outubro, às 11h

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