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Conexão Médica apresenta debate sobre os prejuízos causados pelo excesso de sal na alimentação
O brasileiro gosta tanto de sal que, mesmo correndo risco de vida, não consegue retirá-lo do cardápio. No entanto, retirar enlatados e alimentos industrializados, que utilizam sal como conservante, pode ser suficiente para minimizar o problema
A TV IP Conexão Médica, com o apoio da Bunge – Linha Cyclus, apresenta, em 30 de dezembro de 2005, mais uma edição do programa Nutrição Celular para Médicos, sob o tema “Sal e suas implicações na Saúde”.
De acordo com o cardiologista e nefrologista dr. Celso Amodeo, chefe do setor de Hipertensão Arterial e Nefrologia do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, a aula abordará a influência do sal no problema da hipertensão. “Culturalmente, temos no Brasil uma população que consome muito sal e que, na grande maioria dos casos, não consegue seguir por muito tempo uma dieta insossa”.
Dr. Celso afirma que, alguns meses após ter eliminado completamente o sal do cardápio, o paciente volta a introduzi-lo na alimentação, prejudicando o tratamento e, muitas vezes, oferecendo risco à sua saúde.
O que se pretende mostrar com este programa, que será exibidos nos mais de 100 pontos de transmissão da Conexão Médica em todo o país, é que o sal, isoladamente, não é o único vilão da hipertensão. De acordo com o especialista, há outras maneiras de equilibrar a pressão arterial com mais chances de sucesso. “Precisamos divulgar, para a população médica, a alternativa de orientar o paciente a evitar alimentos processados e industrializados, cujo principal conservante é o sal. Em grande parte dos casos, esta medida é suficiente para minimizar o problema”.
A série Nutrição Celular para Médicos é coordenada pelo Prof. Dr. Mário Maranhão, professor de Cardiologia da Universidade Federal do Paraná e Faculdade Evangélica de Medicina do Paraná, que também estará presente na discussão do dia 30.
O objetivo da programação é informar e atualizar os profissionais e residentes de cardiologia, nutrição, pediatria, enfermagem, gastroenterologia e demais interessados sobre os benefícios dos alimentos funcionais na prevenção, combate e controle de doenças relacionadas ao estilo de vida inadequado. Os episódios, mensais, ocorrem sempre na última sexta-feira de cada mês, das 11h30 às 13h.
Mais informações podem ser encontradas no site do programa nutrição celular para médicos: www.conexaomedica.com.br/nutricao.
HIPERTENSÃO – UMA QUESTÃO CULTURAL
O fato de as pessoas apresentarem índices de hipertensão mais elevados à medida que os anos passam não significa que o problema é decorrente da idade. “A hipertensão arterial relacionada ao consumo de sal é uma questão de estilo de vida. Populações que não têm o hábito de consumir sal em grandes quantidades apresentam os mesmos níveis de pressão arterial quando jovens, adultos ou idosos”, explica o dr. Amodeo.
Essa informação é embasada em um estudo denominado Intersalt, realizado no final da década de 80, que ainda hoje é apontado como uma das mais importantes investigações sobre o tema. Nele, foram avaliadas populações de 52 localidades distintas. No Brasil, entre os participantes, estavam índios ianomâmi, que não têm o hábito de consumir sal. Entre os índios desta tribo, foi constatado que a pressão arterial mantém-se inalterada em qualquer faixa etária, sejam eles jovens, adultos ou idosos.
NUTRIÇÃO CELULAR PARA MÉDICOS
Coordenado pelo dr. Mário Maranhão, professor de Cardiologia da Universidade Federal do Paraná e ex-presidente da Federação Mundial de Cardiologia, Nutrição Celular para Médicos aborda a atuação positiva desse grupo de alimentos que, além de satisfazer as necessidades nutricionais básicas, desempenha efeitos fisiológicos benéficos. São encontrados em frutas, vegetais, fibras, grãos, além de produtos enriquecidos ou suplementos dietéticos. Atuando por meio de compostos bioativos, auxiliam no crescimento, desenvolvimento, manutenção e em outras funções do organismo.
Também estão em pauta na programação questões como a importância das fibras na dieta, as virtudes terapêuticas do vinho, o papel dos fitoesterois na redução do colesterol, entre outros.
De acordo com dr. Maranhão, o conceito da nutrição celular é viver até morrer, com inteligência e sensatez: “Não importa quantos anos de vida você vai ter e sim quanto de vida nos anos. Portanto, temos de buscar qualidade de vida o tempo todo, todo o tempo”.
André de Carvalho, gerente de produtos da Cyclus, afirma que o programa da TV IP Conexão Médica é de suma importância para a difusão do conhecimento e a educação continuada, pois leva ao dia-a-dia dos profissionais de saúde temas essenciais para o bem-estar e a qualidade de vida. “Nossa linha tem como o intuito de proporcionar benefícios para o bom funcionamento do organismo, por isso nos identificamos com essa iniciativa”, afirma André.
CONEXÃO MÉDICA
A TVIP Conexão Médica, em parceria com conceituadas instituições médicas do Brasil e do exterior, transmite, diariamente, durante 24 horas, para mais de 100 pontos de todo o País, uma programação de excelência em atualização científica a profissionais dos mais diversos segmentos da saúde. Sua missão é democratizar o conhecimento científico para todos, possibilitando, dessa forma, um atendimento cada vez melhor e mais eficaz para os pacientes.
“Devido às dimensões continentais de nosso país, é praticamente inviável que um médico do Amapá, por exemplo, viaje constantemente para regiões distantes como São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília, para participar de congressos e outros eventos de atualização”, afirma Raul Cruz Lima, presidente da Conexão Médica. “A saída, então, é levarmos o que há de mais moderno, e comprovadamente eficiente na saúde, até esse profissional por um valor muito pequeno de investimento. E é o que estamos realmente fazendo. Já temos mais de uma centena de pontos de transmissão espalhados pelo Brasil, aptos para exibir programas sobre novos tratamentos, vacinas, remédios, técnicas cirúrgicas e diagnósticas de quase todas as especialidades”.
Todo o conteúdo científico transmitido pela Conexão Médica é originado nos principais centros de referência do Brasil e do mundo. Entre seus parceiros há mais de 25 sociedades de especialidades. Também são geradoras de conteúdo instituições nacionais de excelência, como o Hospital Albert Einstein (SP), Sírio Libanês (SP), Samaritano (SP), INCOR (SP), USP, UNIFESP, Universidade Federal do Pará, Instituto do Câncer do Ceará e Hospital Memorial São José (PE), além de hospitais e universidades internacionais de renome.
Entre as mais de 100 instituições beneficiadas pela programação de desenvolvimento profissional da Conexão Médica, estão ainda hospitais públicos, clínicas e hospitais privados de todos os portes, universidades, cooperativas médicas, planos de saúde e entidades médicas (veja relação completa dos assinantes - www.conexaomedica.com.br). A Conexão Médica, enfim, está revolucionando o desenvolvimento profissional continuado em saúde no Brasil, levando aos mais remotos centros médicos do País informações atualizadas sobre as técnicas mais eficientes e inovadoras da Medicina em tempo real e durante as 24 horas do dia.
Estima-se que a Conexão Médica atinja cerca de 60 mil profissionais de saúde por mês. Os interessados podem obter informações adicionais no 0800.7707933.
TECNOLOGIA
A Conexão Médica é um canal único de desenvolvimento profissional continuado à distância, que une os benefícios da plataforma IP (Internet Protocol) com a qualidade do protocolo DVB (Digital Vídeo Broadcast) e difusão via satélite, o que possibilita a condução de um grande fluxo de informação com confiabilidade, em tempo real e com imagem digital.
Para a recepção das imagens, basta uma antena parabólica que capta o sinal do satélite e um roteador que armazena e dirige o sinal ao computador ou à rede da instituição e partir deste ponto para TV ou telão de projeção. Esta solução pode ser instalada em qualquer local do Continente independentemente de qualquer outro tipo de telecomunicação que já exista no local.
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